Branding: quem disse que as aparências enganam?

15/03/2016 por Lucas Seiji

Branding vai muito além de um elemento visual. Seu principal objetivo é criar um relacionamento com o consumidor de modo a agregar valor aos seus serviços, produtos e a sua marca. No mercado acirrado no qual estamos inseridos, este elo vem se tornando cada vez mais importante e possui grande influência na fidelização de seus clientes. Construir um branding é questão de estratégia, então para pensar no da sua empresa, veja estes pontos cruciais:

1) A marca é como o seu cliente percebe sua empresa.

Antes de você apresentar seus serviços, produtos ou empresa, a sua marca já fez isso. Sendo o primeiro contato com o mercado, é essencial que esta traduza tudo aquilo que você quer passar. Uma identidade visual pode transparecer vários conceitos que envolvem o subconsciente e por isso aplicação correta é tão importante. Estratégias sensoriais explicam exatamente isso: como as cores, tamanhos e formas podem influenciar o cliente, podendo ajudar na escolha da sua identidade visual para melhor transmitir os valores da sua empresa.

Como um ponto de partida de sua construção, pense no seu cliente, o que gera valor para eles e nas experiências que a sua empresa quer oferecer para os mesmos e tente traduzir isso na sua identidade visual.

2) A sua marca gera orientação.

Em um âmbito interno, definir uma identidade com clareza guia a sua equipe para os objetivos da empresa. Isso ocorre pois o “DNA do seu negócio” reflete no ambiente de trabalho e pode gerar motivação e garra naqueles que se identificam com os ideais da empresa. A construção do branding começa de dentro para fora. Então, alinhe seu plano de marca com as experiências que deseja que os membros da sua empresa tenham, pois são eles que mais terão contato direto com a marca e por isso essa influência é tão importante.

Além disso, esta orientação também vai ser passada para o cliente. Como por exemplo, uma advocacia deve passar uma postura mais séria pois é o que um cliente espera dos serviços da mesma. Quando se trata de relacionamento com o cliente os detalhes fazem toda a diferença, escolher saudações e fontes de letras que transparecem seriedade são uma boa estratégia. Pense sempre nas expectativas dos seus clientes.

3) Não subestime o branding.

A sua identidade está presente em todas as suas ações e deve alcançar todo o processo de relacionamento com o cliente. A maneira como se atende a um telefonema ou a expressão que você ou seus funcionários transparecem em um contato com o cliente representam a empresa. Estas atitudes contam muito, principalmente quando se trata de um meio com tantos concorrentes. Fazer com que o cliente se sinta bem quando compra a marca é crucial e esse envolvimento emocional reflete na fidelização desse cliente.

De um modo geral, tente agregar mais experiências em seus produtos e serviços. O momento da venda é muito importante, mas a pós venda pode ser o diferencial para se manter um relacionamento com o cliente visto que esta etapa é o último contato destes com a empresa.

Planejar o seu branding e realmente aplica-lo pode parecer bem complicado mas é uma tarefa essencial para se destacar em um mercado cada vez mais competitivo. Defina a essência da sua empresa e passe isso no relacionamento com seus clientes, assim sua marca vai se perpetuar, e com certeza, trará benefícios para a sua empresa.

O checklist definitivo de Feedback na Empresa

09/03/2016 por Julia Campos

Segundo a revista Exame, a prática do Feedback é essencial para gestão de qualquer organização. Isto porque o Feedback é uma ferramenta para a construção cooperativa de melhores resultados dentro da sua empresa. Um bom Feedback também é uma ferramenta eficaz para o treinamento e a motivação dos colaboradores, já que ele permite um relacionamento transparente entre gestor e funcionário. Estabelecer claramente as responsabilidades de cada um, definir os processos de trabalho, assim como os respectivos responsáveis, os objetivos a serem alcançados e os respectivos prazos é um dos principais ganhos de ter um processo de Feedback bem estruturado. É basicamente uma forma de deixar claro para equipe o que está sendo feito de certo, de errado e como se planejar para consertar.

E a melhor parte é que é muito mais fácil estruturar um bom Feedback do que parece!

1) Se preocupe com o espaço.

É muito estratégico pensar no espaço para a conversa que você terá. É importante buscar ambientes calmos, onde ambos se sintam confortáveis. Outra dica é nunca dar o feedback na frente da equipe de trabalho, pois pode constranger o funcionário e prejudicar justamente a abertura da sua relação.

2) Comece sempre pelos pontos positivos.

Muitas vezes a pessoa pode ficar tão tensa com o que acha que vai ouvir, o que prejudica a sua assimilação do feedback em si. Comece falando dos pontos positivos daquela pessoa porque isso ajuda a quebrar as barreiras iniciais!

3) Jamais seja genérico no seu discurso.

Ser genérico é talvez a ação mais prejudicial para um bom feedback. Isto porque um discurso que não exemplifica em que situações a pessoa demonstrou aquelas atitudes não torna concreto como a pessoa agiu e como ela pode melhorar. Ou seja, pode ser que a pessoa não entenda o que ela fez de certo ou errado de forma que não poderá agir sobre isso. Por isso, sempre use exemplos na sua fala!

4) Escute também.

Esta dica é importante tanto para quando você está apenas recebendo quanto para quando você está dando. Saber ouvir é uma das regras de ouro da boa comunicação. Escutar o outro mostra que você se importa com os pontos de vista diferentes do seu, transmite maturidade e confiança e é ótimo para uma boa relação de transparência e colaboração!

Aplicando esta prática no dia a dia da sua empresa, os resultados de motivação e produtividade da sua equipe estarão cada dia mais evidentes.

4 Livros indispensáveis para um empreendedor

02/03/2016 por Jônatas Freitas

Se você parar agora para pensar em um livro que te marcou de alguma maneira, tenho certeza que vários virão a cabeça.

Seja por identificação com a história contada, pelo aprendizado ou simplesmente pela reflexão que ele gerou. Quando o assunto é empreendedorismo, ler se torna algo ainda mais importante e agregador. Casos de sucesso, conceitos importantes e histórias inspiradoras são compartilhados em diversos livros, transcendendo competências técnicas ou simplesmente respostas para problemas. Pensando nisso, selecionamos para você que tem espírito empreendedor, algumas obras que contém experiências fundamentais a serem assimiladas e que quando você começar a ler, garantimos que não conseguirá parar.

Confira a lista:

1) Sonho Grande: “Como Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira revolucionaram o capitalismo brasileiro e conquistaram o mundo.”

O livro relata a incrível trajetória desse trio de empresários bem sucedidos, que se encontram atualmente entre os 4 homens mais ricos do Brasil, segundo a revista Forbes Brasil de 2015. Baseando seus negócios na meritocracia e na contínua redução de custos, partiram de uma pequena corretora na década de 70, para a formação de um império, contando com empresas como: AB InBev – Ambev + Budweiser, Lojas Americanas, Submarino e Burger King.

O livro ressalta a importância de se contratar funcionários excepcionais, melhores até que os próprios empreendedores e de mantê-los motivados a todo momento. Além disso, é aconselhado a realização contínua de benchmarking com outras empresas, com o intuito de se entender o mercado e assimilar práticas aplicáveis ao próprio negócio.

2) A Estratégia do Oceano Azul: “Como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante.”

Trata-se de um dos livros mais reconhecidos na área de planejamento estratégico, com mais de 2 milhões de cópias vendidas por todo o mundo. O autor apresenta uma maneira inovadora do conceito de estratégia, dividindo o mercado em oceano vermelho e azul.

O oceano vermelho representa uma sangrenta batalha entre diversos tubarões, que faz alusão direta com a acirrada competitividade entre as empresas na busca por clientes e fatias de mercado.

Já o tão sonhado oceano azul, seria resumidamente, um local onde o tubarão consegue nadar livremente, ou seja, um momento em que a empresa alcançaria um nicho de mercado inexplorado através de algum diferencial que seus concorrentes não possuem. Um bom exemplo desse caso, seria a do Cirque du Soleil, que reinventou o circo convencional.

O livro enfatiza a necessidade de constante de inovação, seja criando ou reformulando um produto já existente, para se alcançar esse desejado oceano, estimulando assim uma característica fundamental para qualquer empreendedor: a criatividade.

3) Pai Rico Pai Pobre: “O que os ricos ensinam a seus filhos sobre dinheiro.”

A história do livro gira em torno da vida de Richard, um jovem que tem a oportunidade de conviver com diferentes perspectivas sobre dinheiro de dois “pais”. Um deles seria seu pai biológico representando o pai pobre, que é um professor muito instruído e inteligente, mas que vive apenas de aparências e não possui sucesso financeiro de fato. O outro é o pai de seu melhor amigo Mike ilustrando o pai rico, que é um empreendedor humilde e bem sucedido, que conseguiu fazer com que o dinheiro trabalhasse para si através da aquisição de ativos, mesmo tendo abandonado os estudos no 9º ano.

É destacado durante a história a importância da educação financeira, já que não é ensinada em nossa formação acadêmica e que sem essa noção, principalmente de controle de custos, é impossível alcançar o sucesso profissional.

4) A Meta: “Um processo de melhoria continua”

O livro conta a história de determinação de Alex, gerente de uma fábrica que está próxima da falência. Muito pressionado por seus superiores, ele não mede esforços e supera todos os seus limites a fim de aumentar a produtividade da empresa. Aos poucos ele vai repensando o modo de enfrentar as dificuldades e enxergando a importância de se pensar fora da caixa e não se acomodar com a cultura pregada na empresa. Para a partir daí, perseguir a real causa do problema, para então combatê-lo.

É uma narrativa intrigante, pois mostra diversos conceitos técnicos de administração pertinentes aos negócios, com uma escrita diferenciada e extremamente didática. Além disso, traz um paralelo muito interessante sobre como esses momentos de pressão profissional acabam impactando e se refletindo na vida pessoal.

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Arte de se comunicar – Da história ao mundo empresarial

24/02/2016 por Geórgia Marques e Lucas Seiji

Solidão, silêncio, isolamento. Ninguém quer passar por isso. A mídia e a comunicação massiva possibilitaram a liberdade de expressão e circulação infinita de informações. Com as redes sociais, o mundo vive uma nova ordem. Nessa nova era, empresas utilizam essas formas rápidas de comunicação para trabalhar as melhores táticas de divulgação de marketing. Mas, para chegar até esse mundo globalizado e comunicativo vivemos grandes evoluções. Você saberia dizer como chegamos até aqui?

Vivemos em uma sociedade na qual as pessoas possuem uma grande necessidade de compartilhar e procurar novas informações a todo momento. Isso acontece pois, a velocidade e quantidade de dados fornecidos são cada vez maiores. Além disso, essa ideia de comunicação já é inata aos seres humanos – desde os nossos primeiros segundos da vida já queremos nos expressar e, no decorrer dela, com novos conhecimentos, queremos exteriorizá-los.

Essa comunicação existente no mundo atual, apesar de manter a essência da palavra “comunicar” que significa “transmitir pensamentos”, evoluiu muito graças ao avanço da tecnologia, e vive uma fase muito diferente quando comparada às primeiras formas.

Panorama Histórico da Comunicação 

Essas primeiras maneiras de comunicação se baseavam em gestos, barulhos, símbolos e sinais. A partir de uma combinação de sons e movimentos, ideias eram emitidas. Com uma forma primitiva, sem maiores complexidades, apesar de existir comunicação, ela não era efetiva. Era lenta e indefinida.

Com o avanço na comunicabilidade, o homem passou a utilizar a fala e mais tarde a escrita. Esta, com certeza, foi um dos maiores passos para propagar ideias, antes incompreensíveis, e trouxe um grande impacto para a sociedade atual.

Posteriormente, já em um mundo mais moderno, conhecemos a impressão, que tornou possível a difusão da comunicação. E, com mais avanços, entramos na era das telecomunicações. Esse período se iniciou com a invenção do telégrafo e continuou a evoluir com o telefone, o rádio, a televisão, a internet, o satélite artificial, o computador, o celular, a fibra óptica, o GPS e, os tão presentes, smartphones. Esse desenvolvimento permitiu o compartilhamento de uma rede formada por sons, imagens e dados em uma menor unidade de informação, possibilitando a criação da multimídia e da vida virtual.

A partir de uma breve recordação das formas de comunicação das civilizações mais antigas até a população atual, foi possível perceber o quanto a arte de se comunicar sempre foi imprescindível na vida das pessoas. Porém, não queremos ficar por aqui. Nosso foco é ir além de uma narração de história.

Vocês perceberam o quanto evoluímos em termos de comunicação depois que a internet entrou em nossas vidas? E, também, perceberam que a nossa necessidade de comunicar é cada vez maior? É nítida a dependência de checar o celular e a urgência por compartilhar ideias e isso é culpa das famosas redes sociais.

As Redes Sociais 

A rede social possibilitou interação, troca de informações e divulgação. É mais que postar, é viver esse mundo de curtidas, comentários e de novas experiências. Estamos sempre conectados e não deixamos nada passar despercebido. A convivência online nos aproxima de algumas pessoas, nos faz conhecer novos horizontes e possibilita que possamos encontrar de tudo um pouco em um piscar de olhos.

As próprias redes também sofreram bastantes modificações e, em um período curto, tornaram-se essenciais no cotidiano das pessoas. Recentemente vivemos a era do MySpace, do Orkut, do MSN Messenger, entre outros. Hoje, os principais mais falados são o Facebook,WhatsApp, o Youtube, o Google+, o Skype, o Linkedin, o Twitter e o Instagram. Além de serem muito comentados, já fazem parte do nosso dia a dia a todo momento. Eles deixaram de ser apenas uma forma de comunicação entre pessoas e servem como mecanismo de marketing para as grandes empresas (ocorre diálogo com clientes e parceiros, divulgação de produtos e serviços e veiculação da imagem da empresa). As redes sociais simplesmente ganharam vida!

Comunicação e Empresa 

A partir dessas ferramentas de comunicação, a difusão da informação se tornou um mecanismo cada vez mais utilizados pelas empresas, tanto no âmbito interno quanto externo. É de suma importância que as empresas saibam usar as novas tecnologias ao seu favor e com cautela, pois esta facilidade pode ser vista como uma faca de dois gumes – ao passo que ela traz publicidade, a mesma pode desconstruir a reputação frente ao mercado.

As informações que uma empresa divulga, quando se refere ao meio externo, carregam a imagem da mesma, o que pode trazer resultados muito positivos. Mas, deve-se tomar cuidado com o lado negativo, pois a grande exposição e a necessidade de rapidez podem gerar informações sem conteúdo aprofundado. A partir disso, a comunicação estratégica se tornou uma ferramenta muito importante para as empresas que usam redes sociais como vias de marketing. Com isso, conceitos como interação e engajamento com o cliente, transparência e ferramentas virtuais (como o SEO e o Google Analytics) são pontos qualitativos com grande aplicabilidade nos tempos atuais.

Quanto a estrutura interna, o uso dessas ferramentas modernas afeta diretamente os membros de uma empresa. Os aplicativos citados anteriormente levaram a comunicação interpessoal para outro patamar: geram a possibilidade de tomada de decisões de modo conjunto e em tempo real a partir de qualquer lugar que seja possível estar conectado à internet. Uma relação mais dinâmica e livre foi moldada e, estes benefícios influenciam na qualidade e na eficiência das empresas.

Vale a pena ressaltar que o fato das tecnologias estarem em constante crescimento formaliza a evolução da comunicação. Seja para fins sociais ou profissionais, cabe a cada um saber os seus limites e utilizar desta ferramenta ao seu favor.

Entender o que pode ser exposto na internet e filtrar as informações que chegam se tornaram necessidades que estão cada vez mais presentes na realidade de qualquer um que preze pelo estado de estar conectado e atualizado.

A comunicação não é apenas uma questão de sobrevivência da espécie, ela é uma estratégia de imagem, de fechamento de negócios e de relacionamento com o cliente.

Como seus pais te tornavam um empreendedor ao te colocar de castigo

17/02/2016 por Ian Coutinho

Quebrar a janela jogando bola, fazer pirraça por não ter conseguido o que queria, responder de forma grosseira sem pensar… Quando pequeno, quem nunca teve uma atitude errada e foi parar trancado no quarto, de castigo? Apesar de ser a coisa mais comum no mundo, quando isso acontecia, seus pais não faziam ideia, mas estavam ali te ensinando algumas lições primordiais sobre empreendedorismo:

1 – Refletir sobre os seus erros

Você provavelmente estava revoltado e entediado, mas foi obrigado a pensar no que fez. Passou um bom tempo pensando se realmente deveria ter feito aquilo e o que deveria ter feito diferente. Ao empreender, principalmente no início, errar é a coisa mais natural do mundo e todos precisamos saber lidar com isso, aprendendo com esses equívocos.

2 – Se arrepender não é um problema

Muito pelo contrário. Se você, no auge da sua raiva e tédio, conseguia vencer o seu orgulho e pedir desculpas, pode ter certeza que já foi um aprendizado incrível. Na vida profissional, em geral, é fundamental ter a humildade de virar para sua equipe e assumir que teve a conduta errada. Transparência é tudo!

3 – Como lidar – sob pressão – com seus stakeholders 

Naquela hora que você ficava na dúvida se já podia sair do quarto, todo cuidado era pouco. Cada palavra era processada por muito tempo antes de ser pronunciada. Você nunca, na sua curta experiência de vida, havia sido tão frio e calculista. Agora, quando se deparar com uma reunião importante com investidores, clientes, ou outros stakeholders (partes envolvidas com a empresa), lembre-se de como cada detalhe fazia a diferença. Com a cabeça quente nada se resolve. Sob pressão, “pisar em ovos” é crucial e pode determinar o futuro da sua empresa.

Como tudo na vida, o castigo é uma questão de ponto de vista. Para uns pode ser uma experiência traumática. Para outros, pode ser apenas o começo de uma trajetória empreendedora de sucesso.

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